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Visão Política

Porque a política têm que ser feita de verdades!

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14.Abr.20

Patriotismo, sentimento em extinção

 

O que é o verdadeiro Patriotismo?

Sentimento patriota VP

   Patriotismo é o sentimento de orgulho e devoção à Pátria, mas também o sinal maior de fidelidade aos seus símbolos e, sobretudo, ao seu povo.

   O Patriotismo é cada vez mais um sentimento em extinção, infelizmente.

Mas afinal, o que é um patriota?

   O patriota é aquele que ama o seu país e procura servi-lo da melhor forma possível.

   Nesse contexto, os símbolos nacionais de um país e o seu significado histórico, especialmente a bandeira nacional e o hino que lhe corresponde, não são coisa do passado. Ao contrário, revelam muito da educação e do que vai na mente e coração de um povo e de sua capacidade, como nação, de trilhar um destino.

   No espetro político português até 2019 não existia nenhum representante parlamentar, um partido verdadeiramente de direita que podia ser a afirmação dos valores nacionais, urge repensar a restauração do sentimento de pertença a uma nação historicamente devota à sua identidade. Após as legislativas, Portugal conta com a presença do partido CHEGA! e o seu respetivo líder e representante André Ventura. Durante muitos anos o partido comunista apresentou no seu espetro político o sentimento patriota, mas digamos que nunca foi um sentimento de patriotismo verdadeiro.

O que é ser patriota?

   Ser patriota é promover os deveres morais que a comunidade política deve seguir e respeitar. Vivemos uma grave crise de princípios na classe política. O ânimo que os nossos agentes políticos empregam na defesa dos interesses privados e ambições pessoais é incomparavelmente maior do que aquele que destinam aos interesses comuns, mantendo assim uma direita dividida.

   A dedicação ao país, a identificação com a nação, a preocupação e a solidariedade com os nossos compatriotas define o conceito intemporal de patriotismo, tão intencionalmente esquecido pelos partidos do espetro português. Afirmar Portugal na Europa e no mundo é um imperativo categórico que cada vez está mais arredado das prioridades do Estado.

 

   Hoje, a defesa da Pátria deveria revelar-se na luta contra os impulsos que ponham em risco a segurança do Estado, a soberania nacional e a sua autodeterminação, sobretudo nas questões europeias e da imigração. Em Portugal, o envolvimento quase nulo na causa pública por parte da sociedade civil, que se traduz na ausência de fiscalização à atividade dos vários Governos, tem ajudado a aumentar exponencialmente os abusos, o enriquecimento ilícito, a corrupção, os compadrios, em suma – a ideia de impunidade.

 

   Dizer que se é patriota e torcer pelo país só quando joga a seleção nacional é pobre para uma nação que acredita desde o Séc. XVII(17) na crença quiliástica do Quinto Império. Desde a conquista de Ceuta até à devolução da soberania de Macau à China que Portugal se orgulhou de ser o mais antigo dos impérios coloniais europeus modernos.  Está na hora de o lembrar e voltar a mostrar a velha têmpera de que é feito o povo português.

Confusão com a ditadura

   Muitas vezes os patriotismo e o nacionalismo estão associados, sendo espetros completamente diferentes.

   Circunstâncias históricas fragilizaram o sentimento patriótico no nosso país. A ditadura de Salazar apropriou-se dos símbolos nacionais. Então, a oposição e quem era contra a ditadura ignoraram completamente essas demonstrações cívicas, sendo que em Portugal o governo é de esquerda, atualmente, era esperado que este sentimento ficasse esquecido.

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