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Visão Política

Porque a política têm que ser feita de verdades!

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24.Abr.20

Opinião: Portugal ou interesses?

              

Screenshot_20200424-164941_Instagram.jpgJosé Pedro P. Silva, candidato a líder do Movimento Popular Português

 

   Será verdade que o Marcelo telefonou ao enfermeiro que “salvou” o Primeiro-ministro inglês? “No credo”! Telefonou por ter salvo o “Primeiro-Ministro” ou por ser português? Hum… Mas as pessoas não têm todas a mesma dignidade? Não devia telefonar também aos milhares de médicos e enfermeiros que diariamente “fazem das tripas coração” para salvar pessoas, aos olhos destes figurantes, menos importantes? Pois… não dá palco, protagonismo, parangona nos tabloides…

 

   Não telefonou por ser português. Aproveitou a onda e surfou na visibilidade do enfermeiro. Nada melhor para alguém, que (sobre)vive da “andar na onda”, surfar na onda dos outros. Poupa-se a esforços e tira dividendos, isto sou eu a pensar destoado… Afinal, “em terra de cegos quem tem um olho é rei”. Ainda falta identificar qual o “olho”

   Um dia destes a notícia poderá ser diferente: “Presidente da República” em “burnout” por não conseguir ligar pessoalmente a todos os médicos e enfermeiros que, diariamente e de modo silencioso, salvam milhares de portugueses nos hospitais portugueses”. E talvez acabe por parar nos braços de um deles, acolhido com pompa e circunstância para, e de novo, ser parangona nas páginas dos meios de comunicação.

 

   Entretanto, um grupo de energúmenos, patrocinados pelo dito cujo, prepara-se para festejar o 25 de abril. Porque estamos mesmo a precisar. Num tempo sombrio, de dor, sofrimento e morte, fazem falta uns palhaços para alegrar a malta. A maioria “obrigada” a ficar em casa; outros (a casta dos iluminados) fazem festa… porque sem as acrobacias e bacanais ideológicos destes sujeitos o país regressa à ditadura, ao niilismo absoluto. Palreiam liberdade para esconder promiscuidade, insensibilidade, falta de respeito absoluto.

 

   Portugueses, abram os olhos: em ditadura já vivemos há muito: estes sujeitos fazem as leis para controlar (domesticar, domar) os outros, enquanto eles regurgitam espasmos de poder e glória, e seguem a sua vida cada vez mais “preenchida”. Não somos governados pela verdade de um “ditador de carne e osso”, mas vivemos debaixo da ditadura hipócrita da “lei e da democracia à medida de quem pode”. E quem tem dinheiro ou poder pode sempre mais.

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